Páginas

sábado, 17 de março de 2012

Máquina Fossilizada com Cerca de 400 Milhões de Anos Encontrada na Rússia.

 Misterioso Fóssil encontrado na Rússia: Partes de Espaçonave Antiga?
O mecanismo esta envolvido pela rocha, fossilizado junto com a mesma.
RÚSSIA, na remota Península de Kamchatka, a 200 km de Tigil, arqueólogos da Universidade de St. Petersburg descobriram um fóssil estranho. A autenticidade da descoberta foi certificada. De acordo com o arqueólogo Yuri Golubev, ocorre que, neste caso, a descoberta surpreendeu (demais) os cientistas por sua própria natureza, pelo menos - invulgar, capaz de mudar a história (ou pré-história).
Não é a primeira vez que um artefato mecânico, um objeto antigo, ou algo parecido com isto é encontrado naquela região. Mas, surpreendentemente conservado, este artefato específico está - à primeira vista, incrustado na rocha (o que é muito compreensível, já que a península de Kamchatka abriga numerosos vulcões). Submetido à análise, o conjunto mostrou ser feito de peças de metal que parecem formar um mecanismo, uma engrenagem que pode ser de um tipo de relógio ou computador. O surpreendente é que todas as peças foram datados como tendo 400 milhões (!!!) de anos. Yury Gobulev comentou: "Recebemos um telefonema do prefeito de Tigil. Ele nos disse que as pessoas que estavam caminhando no local, encontraram esses vestígios na rocha. Fomos até o local indicado e, inicialmente, não entendemos o que vimos. Havia centenas de cilindros dentadas que pareciam ser partes de uma máquina. Eles estavam em perfeito estado de conservação, como se tivessem sido congelados dentro da ROCHA em um curto período de tempo. Foi necessário o controle da área, porque logo os curiosos começaram a aparecer em grande número. Outros cientistas, geólogos americanos, definiram a peça como um artefato incrível e misterioso".


"Ninguém podia (n.t. -ninguém na sua soberba e ignorância, principalmente "cientistas" quer) acreditar mesmo que há 400 milhões de anos atrás poderia ter existido na Terra um homem [ainda mais uma máquina]. Naquele tempo, as formas de Vida (teoricamente, pelas leis "criadas" pela nossa atual ciência) eram muito simples, mas o achado, [também simplesmente] - sugere claramente a existência de seres inteligentes capazes de desenvolver tal tecnologia. Certamente, esses seres teriam que ter vindo de outros planetas. É possível que uma nave espacial possa ter sido danificada [ou que houve um acidente] e foi abandonada naquele local".

A localização da Península de Kamchatka, na RÚSSIA 
Verificou-se também que as partes tinham atingido o estado de fossilização em um período de tempo historicamente e geologicamente curto. Possivelmente, a "máquina" caiu em um pântano. Apesar das constatações, cautelosos, os cientistas preferem considerar que as evidências não são definitivas - ainda. E Gobulev pondera: "Recusar-se a existência de tecnologia [mesmo no passado, muito recuado] é um erro grave, porque a evolução não é linear.”.



Cientistas descobrem na China homem desconhecido que conviveu com o moderno.

Fósseis encontrados em duas cavernas do sudoeste da China revelaram a existência de um homem até agora desconhecido da Idade de Pedra com uma incomum mistura de traços físicos arcaicos e modernos, deixando uma nova pista sobre a adiantada evolução humana na Ásia.
Com idades entre 14,5 mil e 11,5 mil anos, os fósseis são de homens que conviveram com seres humanos modernos (Homo sapiens) em uma época em que a agricultura estava em seu princípio na China, revelou uma equipe internacional de especialistas no estudo publicado na revista "PLoS One".
Concepção artística do homem pré-histórico que viveu na região que é atualmente a China
Até agora não haviam sido achados no leste do continente asiático fósseis humanos de menos de 100 mil anos de antiguidade que se diferenciassem fisicamente do Homo sapiens atual, o que levou os cientistas a pensarem que nessa região não havia antecessores dessa espécie quando apareceram os primeiros homens modernos, uma teoria que essa última descoberta põe em dúvida.
"Esses novos fósseis podem ser de uma espécie antes desconhecida que sobreviveu até o final da Idade do Gelo, há 11 mil anos", indicou Darren Curnoe da Universidade de Nova Gales do Sul, da Austrália, que liderou o estudo junto com Ji Xueping do Instituto de Arqueologia e Relíquias Culturais de Yunnan chinês.
Conforme Curnoe, a outra opção seria que os fósseis se tratassem de representantes de uma migração da África muito adiantada e desconhecida de homens modernos que, no entanto, não contribuíram geneticamente para o homem atual.
Os restos de três indivíduos foram encontrados em 1989 por arqueólogos chineses em Maludong (a caverna dos cervos vermelhos) perto da cidade de Mengzi, na província de Yunnan, mas só começaram a ser estudados em 2008 por cientistas chineses e australianos.
Um quarto esqueleto parcial apareceu em 1979 em uma caverna em Longlin, na região autônoma de Guangxi Zhuang, mas permaneceu no bloco de pedra onde foi descoberto até 2009, quando foi reconstruído.
Os crânios e dentes de Maludong e Longlin são muito similares entre si e representam uma mistura incomum de características anatômicas arcaicas e modernas.
Os cientistas chamam esses homens de "povo dos cervos vermelhos", já que caçavam esses animais hoje extintos e os cozinhavam na caverna de Maludong.
"A descoberta do povo dos cervos vermelhos abre um novo capítulo na história da evolução humana - o asiático - e é uma história que só agora está começando a ser incluída", afirmou Curnoe.
Embora a Ásia conte atualmente com mais da metade da população mundial, os cientistas ainda sabem pouco sobre como os humanos modernos evoluíram nessa localidade depois que seus ancestrais se fixaram na Eurásia há cerca de 70 mil anos.
Até o momento os estudos sobre as origens humanas se centraram principalmente na Europa e na África, devido em grande parte à ausência de fósseis na Ásia e ao desconhecimento da antiguidade dos poucos restos encontrados nessa zona.

Fonte: UOL

A Gigante da Apple

O novo iPad vem com nova memória RAM e o processador A5X. Mas o mais maluco mesmo é a nova bateria, que ocupa basicamente o tablet inteiro — ela tem capacidade 70% maior do que a do iPad 2!
O iPad 2 tem uma bateria Li-ion de 25Wh. O novo iPad tem uma bateria de 42,5 Wh! Isso é 70% mais que a nova capacidade. Porém, diferente do que foi imaginado, não há nada de “revolucionário” por trás disso: são só baterias encaixadas lado a lado — nenhuma mudança de material ou densidade ou qualquer outro segredo. São só grandes baterias — e é basicamente isso que compõe o iPad por dentro.

E por que a Apple não alardeou essa mudança de 70%? Simples, porque a duração de bateria continua a mesma — 9 horas de uso constante em rede de dados, 10 horas de uso em Wi-Fi. Provavelmente toda essa bateria veio para aguentar a Retina Display. Só há um detalhe importante: com muito mais bateria, o tempo para recarregá-lo aumentou — ninguém fez ainda um teste científico, mas MG Siegler, do TechCrunch, disse que requer “muito mais tempo”, do tipo que você precisará deixar o aparelho durante toda a noite na tomada. “Tá achano que sou dono da Light?”, diria meu tio para Tim Cook.

Fonte:  gizmodo

sexta-feira, 16 de março de 2012

A barbárie capitalista na Europa

Toda a Europa está sendo dizimada pela lógica destrutiva do capital. Em janeiro, o desemprego na zona do euro cresceu pelo sétimo mês consecutivo e bateu novo recorde, atingindo 10,7% dos trabalhadores. A Espanha ainda ostenta o maior índice (23,3%). Os jovens são as principais vítimas e já são tratados como “geração perdida”.
O papel imperialista da Alemanha.
Desde a queda do Lehman Brothers, em setembro de 2008, que deflagrou a mais recente crise capitalista mundial, o desemprego na Europa já subiu 46,8%. Um mês antes da falência do banco estadunidense, apenas um país entre os 27 da União Europeia tinha taxa de desemprego acima de 10%. Era a Espanha (11,3%). Hoje, 12 estão nessa situação gravíssima. O total de desempregados na União Europeia saltou de 16,6 milhões em agosto de 2008 para 24,3 milhões em janeiro deste ano.

Só a Alemanha, que atua como potência imperialista sugando a riqueza das nações mais frágeis, conseguiu reduzir o desemprego neste período sombrio. A sua taxa, que era de 7,2% em agosto de 2008, hoje está em 5,8%. Isto não significa que a situação do trabalhador alemão seja uma maravilha. Diante da crise, o governo direitista de Ângela Merkel impôs uma reforma trabalhista que permite ao patrão reduzir a jornada de trabalho e cortar os salários. Não é para menos que os sindicatos menos dóceis da Alemanha têm intensificado as lutas contra as perdas de poder aquisitivo dos trabalhadores. O processo de regressão trabalhista também não é uma novidade somente da Alemanha. Todos os países da Europa têm cortado direitos históricos dos trabalhadores. Na semana passada, o parlamento espanhol ratificou um decreto do governo direitista de Mariano Rajoy que diminui os custos das demissões, reduzindo a indenização.
A espantosa "boca-livre” dos banqueiros.
Diante desta agressão, o movimento sindical espanhol promete realizar em 29 de março uma gigantesca greve nacional. Segundo Ignacio Toxo, secretário-geral das Comissões Operárias, o decreto aprovado lembra as condições de trabalho que existiam nos anos da ditadura do general Francisco Franco (1939-1975) e agravará ainda mais o desemprego no país. Mas nem tudo é desgraça na Europa. Para os banqueiros, a situação é bastante favorável. O choque de terror neoliberal mantém seus altos rendimentos. No mês passado, o Banco Central Europeu doou para 800 bancos cerca de R$ 1,2 trilhão – 529,5 bilhões de euros.

Meus comentários:
Toda essa crise econômica na Europa, o desemprego e as dificuldades que passam sua população é, sem dúvida, uma dura e triste realidade. Isso é inegável. Porém, a pior das crises e a situação aflitiva a que está sendo submetido o povo europeu, é um “sonho de consumo” do brasileiro de baixa renda – 53,9 milhões de brasileiros vivem na pobreza. Isso corresponde a 31,7% da população do país. E dentro desse número existe um dado ainda mais preocupante: do total, 21,9 milhões de pessoas são indigentes. O indigente é aquele que não tem dinheiro nem para comprar alimentos. No total 85,4% da população brasileira são considerados “pobres” pelo IBGE, ganham menos do que 200 Euros por mês. Isso mesmo: €200! 
Crianças brasileiras "brincam" em favela
Os salários europeus são uma utopia aos brasileiros. Décimo-quarto salário? Só mesmo na esfera política isso é possível no Brasil. A Saúde Pública europeia é uma quimera, uma fantasia totalmente inatingível, até mesmo ficcional aos brasileiros comuns, aqueles que só se dignam a trabalhar para comer e comprar uma televisão de LCD ou LED para sentir-se “realizado na vida”. Claro, uma TV paga em longas e inacabáveis prestações nas lojas de eletrodomésticos, que cobram juros extorsivos. Juros estes que o brasileiro não se importa em pagar, desde que possa adquirir um bem de última geração; seja uma TV, um aparelho de celular ou mesmo um carro zerinho, zerinho. Juros esses que os europeus, por sua vez, não creem que possa ser possível existir. Sobre a educação e a saúde pública brasileira? Bom, isso fica para outra oportunidade. Este post ficaria muito grande se fossemos abordar mais estes assuntos. Em outras palavras: direitos adquiridos são - ou deveriam ser intocáveis, porém os europeus não sabem, mas “choram de barriga cheia”.

O povo brasileiro é como cachimbo: só leva fumo!

Para os gringos: Hotéis, Estádios, Aeroportos...
Para o povo brasileiro, que saúde, hospitais,
salários dignos que nada!!

Copiou primeiro: é original!

Protudo pirata mal resovido...

Estão brincando com a natureza?

Na verdade eu não diria que o homem quer criar, ou brincar de deus, mas com certeza ele está "brincando" de mãe-natureza.

Cientistas russos e sul-coreanos estão planejando clonar um mamute.

O acordo para a realização desta iniciativa científica em conjunto foi assinado em Seul por representantes de centros biológicos dos dois países. O documento prevê a cooperação para o estudo conjunto do genoma dos animais.
A comunidade científica mundial considera a clonagem do mamute um grande desafio para os pesquisadores russos e sul coreanos, já que se trata de um animal extinto há cerca de 12 mil anos e era muito comum no período Paleolítico. Cientificamente, é classificado como pertencente ao gênero Mammuthus, da família Elephantidae (Elefantide). Assim como os elefantes, estes animais apresentavam tromba e presas de marfim encurvadas, que podiam atingir até cinco metros de comprimento.
Os mamutes, que tinham o corpo coberto de pelos, viviam na Europa, norte da Ásia, na América do Norte e em algumas regiões da América do Sul. Os cientistas acreditam que a sua extinção ocorreu em consequência das alterações climáticas surgidas com o fim da Idade do Gelo. Outra causa apontada para a sua extinção é a caçada empreendida pelos humanos que matavam mamutes para ter comida e utilizar os seus restos para as mais diversas finalidades. Há alguns anos, biólogos e arqueólogos encontraram na Sibéria restos congelados de mamutes em excelente estado de conservação. Esta descoberta permitiu a realização de estudos genéticos e averiguar que o mamute está mais próximo do elefante asiático do que do africano.

Fonte: Diário da Russia